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sábado, outubro 31, 2020

Os caminhos que escolhemos irão traçar nosso destino.

 Todos nós temos o direito de escolher o que, e,  como faremos as coisas nesse mundo. Afinal, somos dotados do livre arbítrio,  Deus nada nos impôs,  deixou-nos seguir nosso caminho, buscando os degraus que nos levarão até a presença do Pai.

Porém, devemos nos acautelar com nossas escolhas, pois nossas ações nesse mundo são para atingirmos a perfeição espiritual. Quando deixamos, por exemplo, de doar que seja um sorriso para alguém, fazemos a escolha errada. Ao deixarmos de ajudar a quem busque nosso auxílio, estamos caindo em atraso para nossa vida material e espiritual, se alguém nos pede um pão e não atendemos, estamos também deixando de galgar um degrau em nossa escalada espiritual

 E assim perdemos grandes oportunidades de encontrar a tão sonhada paz. Nada, nada que fazemos, pensamos ou falamos, escapa da justiça de Deus nosso Pai. Assim, precisamos aprender como fazer as escolhas, afinal, elas irão servir de peso na Balança de nosso Criador. Ledo engano dos que acham que o ouro, a riqueza e o poder irão os levar longe. Deus ao nos criar, deixou seus Ministros, nossos Orixás, presidindo nosso destino. Não existem formas de fugirmos a esta regra. Nada nem ninguém nos livrará da cobrança pelos nossos atos. Nosso espírito não se dará por satisfeito, enquanto não quitar todas as dívidas que contraídos nesse mundo material. 

Nosso Orixá, sempre irá sim, tocar dentro de nosso coração, nos mostrando os erros que estamos cometendo, irá sempre nos amparar dentro das nossas dificuldades e necessidades. Mas, temos que ter uma coisa dentro de nosso pensamento: somente nosso Orixá poderá nos conceder aquilo que nos fizermos merecedores junto a Olorúm, Deus. Nada, nada neste mundo está livre das Leis de Olorúm. Suas Leis são para nos garantir uma estrada melhor neste Planeta como também, no plano espiritual. São códigos que nenhum ser vivo, consegue se livrar, devemos pois, nos acautelar para que não sejamos réus de nossos próprios atos.

Olorúm não quer jamais, que um de seus filhos que seja, se perca, e assim sendo,  seja vitimado pela sua justiça implacável. Ao contrário; Ele deseja ter seus filhos junto a Ele. Sua vontade é de ver-nos ao seu lado, ao lado de nossos Orixás, e assim, gozarmos da plenitude da sua bonança. Não pretende, Zambiapongo, perder uma única alma que seja, e por isso, sempre nos perdoa quando o pedido é verdadeiro, oriundo de nossa alma e não de nossa boca. 

Ao nos depararmos com a morte, estamos enfim retornando para nossa verdadeira morada, para o local onde nosso espírito descansará ou não. Mas, lembremo-nos de que, a mente do espírito não é igual a mente do corpo físico. A mente de nosso espírito age como um cartório e desta forma, não aceita que fiquemos a dever nada para nosso Pai. Somente quando o espírito ver que, todas as dívidas foram quitadas, é que buscará então, seu local de descanso. 

Uma pessoa pode nesta terra, ter a maior riqueza, mas, ao ir embora, de nada servirá todo seu ouro, toda a sua fortuna. Viemos nus neste mundo, e nus, despidos completamente de nossa riqueza voltaremos para nossa morada celestial.  Ao chegar sua hora, nada impedirá que sua respiração seja cortada, que seus órgãos silenciem-se para sempre. Seja Rei, Presidente, Príncipe ou Princesa, todos têm somente um caminho: o fim.

A morte não escolhe cor, raça, credo, opção política,  ela tão somente vem nos buscar no momento exato dado por Deus.

Deus não colocou seus filhos aqui para sofrerem. O que causa o sofrimento é justamente os caminhos que tomamos. Quando uma pessoa , escolhe, por exemplo, seguir na medicina, mas, lá ela se corrompe e tão somente deseja o dinheiro, não dando a mínima para os que sofrem. Ele tão somente traçou a estrada a ser percorrida. 

Obviamente que, se esta pessoa for aos pés dos Orixás, pedir perdão, se comprometer a mudar, claro que os Orixás irão interceder por ele. Mas, não antes de verificarem se aquele arrependimento é sincero. Os Orixás são os Ministros de Zambiapongo, e assim sendo, tão somente obedecem suas Leis e não nossas vontades.

Claro que qualquer pessoa se pudesse escolher, iria escolher a riqueza e todo o conforto que ela traz. Porém,  eles somente irão seguir o destino que Nosso Senhor, Nosso Pai, traçou para nós. Como poderiam então, nos conceder tudo o que desejamos, se, perante as Leis de Olorúm, não somos merecedores? Assim, volto a afirmar, nossas ações, nossas escolhas é que irão determinar nosso futuro, tanto neste mundo quanto no outro.

Peguemos pois, a estrada certa, aquela do bem, do amor e perdão, da honestidade e estaremos caminhando para um destino bom, tranquilo até mesmo na hora de nossa morte.